quarta-feira, 18 de novembro de 2009


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Informações - I Seminário Matematica em Pratica

Objetivo

• Viabilizar um espaço para gerar conhecimento com discussões e debates a cerca da práxis matemática, promovendo o aprimoramento da aprendizagem do publico participante principalmente por proporcionar uma visão que congrega conhecimento cientifico, conhecimento popular e o fazer subjetivo.


Público Alvo

• Estudantes do ensino fundamental e médio do município de Paulo Afonso e cidades do entorno.
• Acadêmicos de cursos de matemática e áreas afins;
• Secretaria Municipal de Educação;
• Docentes participantes da Pesquisa Estruturas Aditivas.


Programação

Dia: 28 de novembro de 2009

MANHÃ
Local – UNEB , Auditório do CDTA
8:00 Credenciamento e entrega de material

8:20 Abertura

8:40 Palestra – Ressignificando o ensino da Matemática
Palestrante – Prof. Elis Rejane Santana

Local – Salas da UNEB
9:40 Oficinas
Pensar e Descobrir, Brincando e Aprendendo – 6 Ano
Aprendendo Frações com Jogos – 7 Ano
Brincando de Resolver Problemas – 8 Ano
Mágicas Matemáticas – 9 Ano
Cores e Formas: uma abordagem dos sólidos geométricos – Ensino Médio
Calculando a Área das Figuras Planas e espaciais – Ensino Médio

12:30 Intervalo para Almoço


TARDE
14:30 Acolhida

Local – Salas da UNEB
14:40 – Oficinas
Um olhar diferente para Matemática – 6 Ano
Jogos Magnéticos e Xadrez – 7 ano
Origami na Teoria e na Pratica – 8 Ano
Matemática em Movimento: equação do segundo grau – 9 ano
A geometria e as Ilusões de Ótica: ludicidade e aprendizado – Ensino Médio
A Arte de Interpretar e Resolver Problemas – Ensino Médio

Local – UNEB, Auditório de CDTA
15:00 Comunicação dos Resultados do PEA

17:20 Encerramento – atividades culturais

terça-feira, 16 de junho de 2009

O ser Humano, um ser cognitivo!!!!

Pensar sobre o Ser Humano é pensar sobre suas dimensões, seus variados aspectos, sua Subjetividade. A reflexão aqui, neste momento, ficará em torno de um dos pontos que compõe uma das muances da Subjetividade - o cognitivo e sua faceta da inteligência.


Por um longo período histórico esse foi o ponto de pesquisas cientificas, pensar filosófico, ação pragmática no contexto capitalista. Pensar o homem era pensar sobre sua inteligencia, os que aqui se destacavam eram bem visto e tidos como "bons". Quantos no decorrer da história não utilizaram esse potencial de maneira errada, desrespeitando os da mesma especie, a natureza, a vida, mas otimizando seu potencial.

Então o que pode ser realmente entendido como inteligencia? diversos conceitos são divulgados, cada um dentro do pensar de seu autor, vejamos alguns:

“Capacidade de adaptação a situações novas, por meio do pensamento”. (Claparède)

“Capacidade para resolver problemas ou criar produtos que sejam validos, ou aceitos, em umou mais ambientes culturais”. (Gardner)

“Potencial biológico e psicológico, que se realiza mais ou menos como conseqüência de experiências, fatores motivacionais e culturais que afetam a pessoa”. (Gardner)


É! a inteligencia é capacidade de todos nós, mas atingir o padrão que cada época a designa é mérito de alguns. Os que tem raciocínio rápido, memória espetacular, atenção apurada...ou seja alguma processo cognitivo básico ou superior em alta, e os que aí não se encaixam? como ficam? e sejamos sinceros a grande maioria não possui esses destaques e então...


Inteligência o que enfim é?...continuaremos esse pensar brevemente...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Trabalho em Grupo



Grupo é o conjunto de duas ou mais pessoas em situação de integração e agindo em função de um objetivo comum.

Irene Carvalho afirma “que o estudo dos grupos tem sido feito, sobretudo pelos psicólogos sociais, a partir do fim da década de 30”Inspirados na Psicologia de Gestalt criaram um ramo novo, conhecido por dinâmica de grupo, o qual analisam a natureza dos grupos, as inter-relações dos seus membros, as alterações que se processam em seu âmago, geradas por forças internas ou externas. Posteriormente, os educadores descobriram que este assunto também era relevante para a pedagogia.

Assim, os educadores começaram a aplicar a teoria da dinâmica de grupo à escola, pois lidavam com grupos de alunos nas salas de aula. Além disso, as pessoas que trabalham na escola, constituem um grupo social.

Em termos didáticos, os principais objetivos do trabalho de equipe são:
a) facilitar a construção do conhecimento;
b) permitir a troca de idéias e opiniões;
c) possibilitar a prática da cooperação para conseguir um fim comum.

Ao participar dessa troca de experiências possibilitada pelo trabalho em equipe, o índividuo precisa organizar seu pensamento a fim de exprimir suas idéias de forma a serem compreendidas por todos. Na dinâmica do trabalho em grupo, o aluno fala, ouve os companheiros, analisa, sintetiza e expõe idéias e opiniões, questiona, argumenta, justifica, avalia.

Portanto, o trabalho de grupo, contribui para o desenvolvimento das estruturas mentais do indivíduo, mobilizando seus esquemas operatórios de pensamento. Além de contribuir para o desenvolvimento dos esquemas cognitivos, o trabalho em equipe também favorece a formação de certos hábitos e atitudes de convívio social como:
Þ cooperar e unir esforços para que o objetivo comum seja atingido;
Þ planejar, em conjunto, as etapas de um trabalho;
Þ dividir tarefas e atribuições, tendo em vista a participação de todos;
Þ expor idéias e opiniões sucinta e objetivamente, de forma a serem compreendidas;
Þ aceitar e fazer crítica construtiva;
Þ respeitar a opinião alheia;
Þ acatar a decisão quando for resolvido que prevalecerá a opinião da maioria.

Ao utilizar o trabalho em grupo na sala de aula, o professor precisa se conscientizar que não está apenas aplicando mais um recurso didático para a construção do conhecimento, mas está lançando mão de um poderoso instrumento formador de hábitos de estudo e atitudes sociais.

Sugestões para a realização do trabalho em grupo em sala de aula:
a) Como formar equipes
As equipes podem constituir-se aleatoriamente: os participantes agrupados por proximidade física, isto é, os que estão sentados próximos uns dos outros se reúnem formando uma equipe.
Outras vezes, as equipes podem ser formadas livres e espontaneamente, levando-se em conta as preferências pessoais.
b) Como orientar os participantes
Comportamentos necessários para o bom desempenho de cada membro dentro do grupo como um todo. Estabeleça, em conjunto com os alunos, normas de conduta e padrões de trabalho.

Além disso, defina claramente os objetivos a serem atingidos com o trabalho em grupo, e explique de forma objetiva os procedimentos da técnica de dinâmica de grupo adotada.



Regina Célia Cazaux Haidt

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Aditivos alimentares artificiais podem aumentar a hiperatividade em crianças

Autora
:Laurie Barclay ,MD
Publicado em 10/09/2008


De acordo com um estudo de provocação alimentar baseado na comunidade, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, publicado na Internet no dia 6 de setembro na Lancet, corante alimentar e aditivos artificiais comumente encontrados na alimentação infantil aumentam o nível médio de hiperatividade em crianças de 3 anos e de 8 a 9 anos.

“Há muito tempo é sugerido que corantes alimentares artificiais e outros aditivos alimentares (CAAA) afetam o comportamento em crianças”, escrevem Donna McCann, PhD, da University of Southampton, no Reino Unido, e colaboradores. “Apesar do fracasso de estudos recentes em identificar a extensão dos efeitos adversos sugeridos, uma recente metanálise de estudos duplo-cegos, controlados por placebo mostrou um efeito significativo dos corantes alimentares artificiais e outros aditivos alimentares no comportamento de crianças com TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade). Ainda não está bem estabelecido o possível benefício da retirada destes compostos da dieta para a redução do nível de hiperatividade na população em geral”.

Os pesquisadores randomizaram 153 pacientes com 3 anos de idade e 144 com idade entre 8 e 9 anos para receber uma bebida de provocação contendo benzoato de sódio e uma de duas misturas de corante artificial ou aditivo alimentar (A e B) ou uma mistura de placebo. A primeira medida de desfecho foi um agregado de hiperatividade global, derivado de pontuações-z reunidas a partir de comportamentos observados e de avaliações feitas por professores e pais, bem como um teste computadorizado de atenção para crianças de 8 a 9 anos.


The Food Standards Agency financiou este estudo. Os autores não divulgaram relações financeiras relevantes.

Lancet. Publicado on line em 6 de setembro de 2007.

Informação sobre a autora: A Dra. Laurie Barclay é revisora e escritora freelancer para o Medscape.


PORTANTO DIANTE DE TAIS EVIDÊNCIAS: PARA MELHORA DA HIPERATIVIDADE INFANTIL


1. Usar sucos naturais de preferência extraída da própria fruta fresca;


2. Usar mais pães e biscoitos caseiros feitos com farinhas integrais e mel, ou açúcar mascavo, aditivado com castanhas, gergilin.

3. Trocar alimentos embutidos ( presunto, salsichas etc ), por preferencialmente carnes brancas ( peixes e frango caipira ) sem aditivos químicos.

4. Usar Iogurtes naturais com mel, melaço, frutas, castanhas .

5. Fazer bolos caseiros com farinha integral, aveia, adoçar com açúcar mascavo, mel colocar banana, cenoura ( procurar recietas em livros especializados Ex: Saúde na Panela Nutricionista Renildes ).

6. Usar sempre que possível saladas cruas, quando a criaça não aceitar fazer sumo centrifugado de cenoura; salsinha; hortlã, couve; agriã, acrescentar maçã para melhorar o gosto. Usar 1/2 copo ao dia em crianças acima de 7 anos. ( aumentar ou diminuir dose a depender da idade).

7. Preparar pizzas e panquecas caseiras com massas integral e ingredientes naturais como molho de tomate feito em casa, brócolis, palmitos orgânicos, pouco de soja; manjericão; queijo branco ou pouco de muzzarela de búfala.


Dr. Estácio Ferrer – Medico Homeopata

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

UM ALERTA PARA OS PAIS e EDUCADORES!!!

O que pode criar um monstro?

O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por nada?
Será que é índole?

Talvez, a mídia?

A influência da televisão?

A situação 'social' da violência?

Traumas?

Raiva contida?

Deficiência social ou mental?
Permissividade da sociedade?

O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?
O rapaz deu a resposta: 'ela não quis mais falar comigo'.

A garota disse não, não quero mais falar com você.

E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não.
Seu desejo era mais importante.
Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único.

Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.

Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha.

Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida.

Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá.

Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram.
Simples assim. NÃO.

Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.

O mundo está carente de nãos.

Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças.

Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos e alguns maridos, temem dizer não às esposas.

Pessoas têm medo de dizer não aos amigos.

Noras e genros que não conseguem dizer não às sogras; chefes que não dizem não aos subordinados - e vice-versa.

Gente que não consegue dizer não aos próprios desejos.

E assim são criados alguns monstros.

Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas.

Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco.

Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.
Os pais dizem, 'não posso traumatizar meu filho'. E não é raro ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias.
Sem falar nos adolescentes.Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho.

Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos.

Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei.

Não, você não vai passar a madrugada na rua.

Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação.

Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos.

Não, essas pessoas não são companhias pra você.
Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate.
Não, aqui não é lugar para você ficar.

Não, você não vai faltar na escola sem estar doente.

Não, essa conversa não é pra você se meter.

Não, com isto você não vai brincar.

Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.
Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá (e a vida dá muitos...) surtam.

Tomam bebidas alcóolicas. Usam drogas.Compram armas.

Transam sem camisinha.Batem em professores.

Furam o pneu do carro do chefe.

Grafiteiros emporcalham os muros das casas dos outros.

Chutam mendigos e prostitutas na rua.

E daí por diante.
Não estou aqui defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo - pelo contrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não. Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade.

E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso.

Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem.

O 'não' protege, ensina e prepara.
Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo.

Nem sempre consigo, mas tento.

Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor.

E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.

Autor Desconhecido

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

DINÂMICAS

Objetivo:Como devo tratar o próximo.

Material:Etiquetas para todos os participantes.

Como Fazer:1- Escrever em cada etiqueta um rótulo que a sociedade pode colocar nas pessoas.
Ex.: Nerd 2- A seguir, as etiquetas são coladas na testa de cada participante, de modo que ele não veja o que está escrito na sua etiqueta, mas veja o que está escrito nas etiquetas dos outros.
3- Pede-se então que os participantes conversem entre si tratando o outro como se ele fosse o que está escrito em sua testa (pode-se dividir em subgrupos).
4- Após um tempo, determinado pelo coordenador da dinâmica, sentar-se em círculo e pedir que cada um diga se descobriu o que está escrito na própria testa, e como se sentiu sendo tratado assim.
Conclusão:a) Por que julgamos as pessoas por um rótulo que outros lhe põe? b) Por que discriminamos as pessoas pelo que achamos que são?

Sugestões:1- Drogado 2- Roqueiro 3- Crianção 4- Presidiário5- Alcoólatra 6- Mendigo 7- Mauricinho / Patricinha 8- Tristonho9- Chato 10- Louco11- Surdo, etc

CARTA A SI PRÓPRIO

OBJETIVO: Levantamento de expectativas individuais, compromisso consigo próprio, percepção de si, auto-conhecimento, sensibilização, reflexão, auto-motivação, absorção teórica.

Material:Envelope, papel e caneta.

Como Fazer:

1) Individualmente, cada integrante escreve uma carta a si próprio, como se estivesse escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a).

2) Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do grupo, como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias.

3) Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa).


4) O facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao integrante (via correio).